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Mais sobre capas #1

Mais Sobre Capas

Uma capa de Não-Ficção deve transmitir ao leitor:

1 – Confiança
O conteúdo parece ser confiável, baseado em pesquisas e estudos.

2 – Inovação
Algo que ele só terá em seu livro, não encontrará em nenhum outro.

3 – Relevância do conteúdo
O leitor deve sentir que conseguirá um maior nível de conhecimento e poderá se especializar ainda mais na área.

Qual destes três você mais valoriza ao procurar um livro de não-ficção nas livrarias?

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10 grandes capistas de livros no Brasil

Fonte:Listas Literárias

Se você como eu também é curioso toda vez que pega um livro, certamente busca saber quem fez a capa, quem traduziu… Estes profissionais nem sempre tem o mesmo destaque quanto o autor, mas também são indispensáveis para a publicação do livro. Hoje o Listas Literárias fez uma seleção com os 10 principais capistas do Brasil:
1. Rafael Nobre: Talvez o principal capista brasileiro pois suas capas emolduram livros das mais diversas editoras. Seu trabalho é bastante autoral, e com diversas técnicas. É bem possível que sua estante tenha livros cujas capas tenha sido ele o autor. Veja +
2 – Julio Moreira: Outro capista bastante conceituado no mercado brasileiro, o carioca presta serviços a grandes editoras como Record e Ediouro. Portfolio
3 – Diana Cordeiro: Outra designer que tem aparecido constantemente nas grandes editoras, além de trabalhos seus serem reconhecidos pelo Prêmio Getty Images, por exemplo. Portfolio
4 – Elmo Rosa: O carioca está entre os mais tradicionais capistas de livro do mercado, com um trabalho cheio de detalhes e arte em suas capas. Portfolio
5 – Marina Avila: A menina é um dos talentos da nova geração de designers brasileiros. Se destaca por trabalhos para pequenas e grandes edições. Seu trabalho é dedicado às obras de fantasia em especial. Portfolio.
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Nova entrevista para o blog Sem Spoiler

Blog Sem Spoiler

Hoje foi divulgada uma entrevista para o blog sem spoiler. Veja e entrevista completa aqui.

 

Olá pessoal. Tudo bem?O post de hoje é bem interessante e ótimo para quem, assim como eu, sempre teve curiosidade de conhecer um pouco mais sobre a criação das capas dos nossos amados livros.

A capista Marina Avila, cedeu uma entrevista ao blog onde, em resposta a onze questões (minhas e de blogs parceiros), conta detalhes a respeito do processo de criação das capas de livros. E nos transmite um pouco de todo o seu vasto conhecimento sobre o assunto.

Vamos conferir?

1) Quais são as possíveis formações para o profissional que deseja se tornar um capista? O mercado de trabalho é amplo?

Marina: Primeiramente, obrigada pela oportunidade de explicar um pouco mais sobre o trabalho de capista de livros!
Acredito que a melhor formação seja a que eu tive: Produção Editorial. É ainda mais específica que Design Gráfico porque uma capa de livro é, explicando por alto, a melhor publicidade de um livro. Para a gente conseguir oferecer um produto que interesse aos leitores, é mais importante conhecer o mercado e depois aprender as técnicas de design.
O mercado está bem fechado, na verdade, para apenas alguns capistas trabalhando exclusivamente com isso. Acredito que, para seguir esta carreira, é importante também formar-se e trabalhar no melhor portfolio possível.

2) Um bom engenheiro precisa se relacionar bem com números. Um bom psicólogo deve saber ouvir. Para ser um bom capista, o profissional deve…
Marina: Deve conhecer o mercado literário e ter uma boa noção dos programas de edição de imagens. A capa de um livro é bem focada no marketing, então é imprescindível estar sempre atualizado nas tendências dos best-sellers e compreender o que o leitor está buscando. (continua…)

Veja e entrevista completa aqui.

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Inspirações – Fantasia

Algumas vezes nos perdemos na história, sem saber como descrever uma cena, um personagem ou criatura.

Que tal inspirar-se nessas lindas imagens coletadas no Deviantart? Pode ser que alguma ilumine ainda mais a sua escrita!

Bom passeio!

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Como fazer o pagamento pelo PagSeguro?

PagSeguroOlá queridos autores!

O PagSeguro é uma empresa da UOL e, como o próprio nome diz, super seguro. Eles garantem que você receba o produto ou serviço antes de encaminharem o valor para o vendedor.

Por isso e pela comodidade de dividir em até 12x no cartão ou imprimir um boleto, muitos autores e editoras preferem usar o sistema.

 

Mas… como usar o PagSeguro?

1 - Se esta é a sua primeira vez, entre em https://pagseguro.uol.com.br/ e clique em CADASTRAR.

2 - Clique em QUERO COMPRAR e digite seus dados. É possível que o site envie um e-mail para você confirmar seu cadastro.

3 - Entre novamente no site e digite seu E-MAIL e SENHA. Clique na aba MINHA CONTA.

4 - Na coluna esquerda, escolha a opção TRANSFERÊNCIAS e depois PAGAMENTOS.

5 - Em E-mail, digite marina.editorial@gmail.com e o Valor da capa ou diagramação (em caso de boleto, digite apenas metade do valor total para imprimir o boleto 1/2). Em seguida, CONTINUAR.

6 - Escolha a forma de pagamento nas abas superiores e preencha com os dados requeridos. Depois é só finalizar.

7  - Para pagamento com cartão, ligue para o gerente do seu banco e informe a compra. Sem isso, 80% dos pagamentos são rejeitados pela operadora por ser um serviço de internet e valor diferentes do que você está acostumado a usar.

 

Você receberá um formulário onde informará todos os dados do seu livro como descrições de personagens, ideia central do livro, público-alvo, capas que já goste etc.

A minha conta possui, neste dia do post, 191 pontos de transações completadas, a transformando numa conta verificada pelo PagSeguro.

Obrigada por ler e qualquer dúvida me envie um e-mail!

 

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Formatos de diagramação de livros – mobi, epub e pdf

kindle

É comum surgirem dúvidas nessa época de mudanças do livro físico para o e-book. Na área de publicação, uma das maiores dúvidas é sobre a diagramação do livro. Como fica?

Os livros tradicionais e impressos possuem um design fechado (geralmente 14x21cm ou 16x23cm) e liberdade total de uso de imagens, ilustrações, fontes etc. Ou seja, num livro impresso, a diagramação pode sair do jeitinho que o autor/editora quiser!

Já no e-book, o design é conhecido como “fluido”. Ou seja, ele vai ser moldado de acordo com o tablet do leitor. Kindle, Kobo, Ipad e outros. O próprio leitor escolherá a fonte, as margens etc. Por isso, a diagramação para e-book é mais conhecida como “conversão”. O livro é convertido para fluir bem nos tablets principais, porém, sem liberdade de uso de fontes diferentes ou imagens decorativas.

Veja abaixo os formatos e seus usos:

PDF: É o formato usado tanto para livros impressos quanto para e-books que serão lidos em computadores. Pode ser decorado e formatado, praticamente, de forma infinita.

Mobi: Formato usado pela Amazon em seus e-books. É bem limitado e, embora possam ser usadas fontes diferentes, geralmente não é recomendado.

E-pub: Formato usado por outros sites de venda de e-books. Como o Mobi, é limitado e geralmente é feita apenas uma “conversão” do texto.

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Professores limitantes, escritores limitados?

Ilustração: arsenixc

Por Marina Avila

Em uma das minhas primeiras aulas de Português do Ensino Médio, eu tive uma professora limitante. Digo isto porque não existem regras contos ou romances, apenas dicas. Podem, sim, haver as melhores maneiras de se dar o pontapé inicial em um livro, mas entenda: não existem maneiras erradas.

Uma destas não-regras é como se deve começar uma história.

Eu começara meu conto, requerido pela professora em aula, com um conflito. Algo parecido com:

“ — Não ouse sair de casa!”

Eu recebi uma nota muitíssimo baixa com as palavras em vermelho: “uma história não deve ser começada deste jeito”. Pelo visto, nem com diálogos, nem com conflito, nem antes de explicar quem-é-quem.

Era um bom conto, uma ficção científica com pouquíssimos erros de ortografia. Provavelmente não era ótimo, mas era bom. Tinha um início conflituoso, um meio ainda mais conflituoso e um plot-twist no final.

De quebra ainda criei meus personagens no The Sims, fiz quadrinhos ilustrados com eles, imprimi e colei nas páginas.

Mesmo assim, a nota foi baixa, e a única coisa que incomodava minha mestra era que uma boa história possui regras.

Mais tarde, vim a perceber que minha professora não possuía o QI literário de um Neil Gaiman ou Stephen King porque, de acordo com ela, uma história deve ser começada desta maneira:

“Jorge tinha 16 anos, cabelos castanhos, 1,78m e gostava de sair de casa. Morava em Florianópolis com a mãe e dois gatos pretos.”

Perguntei-me então, há pouco tempo, quantos de nós tivemos professores que, em vez de perceber que seus alunos possuíam algum dom literário, os castigaram com notas baixas por seus contos e dissertações não serem padronizados conforme o que eles acreditavam.

Quantos cortes de caneta vermelha riscaram passagens geniais, que apenas precisavam ser trabalhadas mais tempo? Ou erros ortográficos que pouco importavam em uma dissertação profunda e inteligente?

Demorei até me acostumar novamente a iniciar ficções com conflitos, que hoje em dia é uma dica dos maiores mestres da literatura. Os padrões limitantes de minha professora rondaram e talharam minha criatividade durante bastante tempo.

Entendo e concordo com muitos padrões de literatura como bons conflitos, personagens profundos e finais que consigam a resolução da maior parte dos problemas apresentados, mas nunca se deixe levar por regras. Não existem regras. Tente, inove! Se der errado, tente de outro jeito! O sucesso está além dos padrões. Bons escritores escrevem perfeitamente conforme regras, mas os ótimos escrevem com seus coraçõezinhos. Faça o livro que você gostaria de ler, sem medo de errar.

E sim, pode começar com um conflito ;D

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Melhores Diálogos: entenda os 3 tipos de discursos

Via: Folhetim Online

Por mais que seja divertido brincar com os diálogos dos personagens, é de extrema importância que o escritor conheça os três tipos de discursos para conseguir elaborar bons diálogos.

Com tudo devidamente explicado, vamos seguir com as dicas do Folhetim.

Hoje, vou introduzir o conceito de discursos que, segundo o Dicionário Houaiss quer dizer: “enunciado oral ou escrito em que se supõe um locutor e um interlocutor“. Assim, temos, então, o Discurso Direto, Indireto e o Indireto Livre, técnicas narrativas extremamente utilizadas em textos literários.

Tenha em mente que o correto uso dos discursos pode influenciar na fluência da história e, consequentemente, no sucesso com os leitores. Portanto, não deixe de conferir como cada discurso é produzido e quais as melhores formas de utilizá-lo para ter um texto mais interessante.

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Discursos: o Direto; o Indireto e o Indireto Livre

 

1. Discurso Direto

O discurso direto é o mais conhecido. Com ele, o narrador interrompe a narrativa com as falas do personagem, permitindo que ele possa “conversar” diretamente com o leitor, isto é, o narrador entrega a palavra ao próprio personagem.

Sua estrutura é muito simples, as falas são introduzidas por um verbo declarativo, dois pontos e, na outra linha, travessão.

O interessante, neste discurso, é que o escritor permite que o personagem tome vida através de suas próprias palavras. Ou seja, através do discurso direto, podemos estabelecer um vínculo direto com o personagem de forma integral e literal.

Vamos a um exemplo de Discurso Direto:

Sentado à mesa do bar, Carlos levantou-se e foi até a mesa de Júlia, uma antiga colega de faculdade e, sem muita pretensão, perguntou:

- Júlia?! Não acredito que é você! Nossa, quanto tempo!

 

2. Discurso Indireto

Nesta forma de discurso, o narrador, ao invés de deixar o personagem expressar suas opiniões, toma a fala para si e a reproduz em suas próprias palavras, interferindo na ligação entre o personagem e o leitor.

Muitas vezes, o uso do discurso indireto pode ser utilizado para esconder a personalidade do personagem, pois, como é o narrador que expressa a fala do personagem, a integralidade e literalidade da fala se perde na “tradução” do narrador.

Vale lembrar que no Discurso Indireto, o tempo verbal será sempre no passado e na 3ª pessoa, diferente do discurso direto, onde a fala ocorre naquele exato momento.

Abaixo, deixo um exemplo de Discurso Indireto:

Sentado à mesa do bar, Carlos levantou-se e caminhou até a mesa de Júlia, uma antiga colega de faculdade. Chegando à mesa, como se não a conhecesse, perguntou se ela era a Júlia, aquela antiga amiga, e quando viu que estava certo, espantou-se, afirmando que há muito não se encontravam.

 

3. Discurso Indireto Livre

O Discurso Indireto Livre é o resultado de uma mistura dos dois discursos anteriores, ou seja, uma pitada de discurso direto e indireto para compor as falas dos personagens.

Essa técnica é uma excelente ferramenta para expressar o que os personagens estão imaginando. Quais são seus sonhos, desejos e ações que farão no decorrer da história, permitindo que o leitor entre, verdadeiramente, na cabeça do personagem, podendo se identificar com ele e, porque não, torcer para que ele se dê bem no final da história.

O uso do discurso indireto livre pode ser muito gratificante para a história. Pois, com ele, o personagem acaba recebendo um maior destaque – caso seja necessário. Porém, para que esse discurso seja utilizado, o narrador precisa ser onisciente, isto é, aquele sabe tudo sobre os personagens; seus medos, anseios e desejos. Portanto, vê que essa técnica é muito utilizada para o personagem principal, assim como para outros que necessitam de maior destaque, como, por exemplo, o vilão.

Vejamos um exemplo de Discurso Indireto Livre:

Carlos sempre imaginou que a faculdade havia sido a sua melhor fase, não só pelos amigos, mas pelas festas. Ah, as festas…

As noites em claro que passava conversando com uma, duas, três, ou até quatro calouras era o que mais sentia falta. De fato que muitas conversas eram superficiais; notas, aulas chatas, professores chatos e provas. Enfim, conversas descartáveis, mas que rendiam boas horas de diversão.

Porém, para Carlos, as melhores conversas eram aquelas que varriam a madrugada adentro, parando somente para o café da manhã. Conversas que ele só tinha com Júlia, uma aluna do 2º período, uma linda mulher: morena, alta, incrivelmente sensual e, a melhor parte, inteligente. Ah, que saudade tinha de Júlia e suas conversas. E, sentado, esperando João que havia saído para fumar, Carlos se lembrava dessas longas conversar, imaginando o que teria acontecido com Júlia desde o final da faculdade, e se arrependendo por não ter mantido contato com ela.

Com certa tristeza no olhar, Carlos chamou o garçom e pediu mais uma porção de batata frita, como João havia lhe pedido, antes de sair. Porém, ao virar-se para procurar João, que já estava fora há mais de 15 minutos, Carlos não pode acreditar no que via. Júlia, a aluna do 2º semestre, estava sentada a duas mesas de distância, sozinha e perfeitamente linda. Seus cabelos soltos seguiam o ritmo da brisa que soprava pela janela. E com os olhos fixados naquela visão, certificou-se que era a mesma Júlia e, sussurando, afirmou em voz baixa: É ela!

Como se algo o forçasse a levantar, criou coragem e sem pretensão alguma, dirigiu-se até sua mesa e perguntou:

- Júlia?! Não acredito que é você! Nossa, quanto tempo!

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Qual o momento certo para divulgar uma obra? – por Eduardo Kasse

Divulgação

Qual é o momento certo para divulgar uma obra?

Em tempos de turbilhões de informações, timing é tudo.

Que hoje os escritores precisam ser mais proativos e interagir melhor com o público e com formadores de opinião, seja pessoalmente ou via redes sociais, todos já sabemos. Esse assunto, inclusive, já foi discutido à exaustão.

Agora uma dúvida que sempre surge: qual é o momento certo para divulgar um novo livro?

Bem, não há receita de bolo para isso – aliás, as fórmulas para o mercado atual estão cada vez mais imprecisas –, o que temos são algumas dicas e boas práticas de marketing e de postura.

  • Não fale se não tem certeza

A ansiedade é grande. A vontade de compartilhar com os amigos e o mundo também, entretanto se você deseja credibilidade não adianta atirar para todos os lados.

Conheço autores que postam coisas do tipo:

“No dia 10 sai o meu novo livro, O Abacate Assassino de Freiras. Não percam.”

“Adiamos o lançamento do O Abacate Assassino de Freiras para o dia 20”.

“Puta merda, O Abacate Assassino de Freiras ficou só para o próximo ano. Que saco!”

Esses são típicos exemplos de comunicação vazia. Ou pior: improdutiva.

Precisamos nos lembrar de que o nosso nome é a nossa marca e devemos zelar por ele. Os leitores acompanham as nossas comunicações e passar segurança e precisão são atitudes profissionais.

E essas ajudam na percepção de valor da marca.

  • Vivemos na Era do Imediato, então prudência quanto aos prazos

Mesmo com a certeza sobre o lançamento do livro, não adianta “apresentá-lo” ao mundo de forma muito adiantada.

As pessoas têm memória curta e também trocam o foco da atenção muito rápido.

E se não tiver algum link para uma sinopse, teaser, pré-venda etc. a comunicação fica inócua.

Então, o que pode ser feito é: algumas doses muito sutis dias antes do período de divulgação oficial. Dê um gostinho que apenas instigue o paladar. Deixe as pessoas com vontade, com a ideia de: eu preciso desse livro para ser feliz.

Parece exagero, mas é o que os publicitários fazem nas campanhas. E o livro também é um produto – ressalto essa ideia, pois muitos autores o veem como algo sobre um pedestal, envolto em uma aura dourada.

  • Chegou o momento. Diversifique!

Pré-venda estabelecida, livro na gráfica, comunicações oficiais começando a serem disparadas para as mídias, chegou o momento de pisar no acelerador.

Mas isso não quer dizer gritar COMPRE, COMPRE, COMPRE em todos os nossos canais e com uma insistência irritante.

Hoje as pessoas estão mais exigentes, experientes e experimentadas, assim é preciso dar antes de pedir algo em troca.

E como fazemos isso com o nosso produto?

Oferecendo conteúdos diversificados e relevantes.

Trechos do livro, posts falando sobre o processo criativo, algumas experiências que podem ser compartilhadas sobre as pesquisas, vídeos, enfim, invente! Afinal você é ou não é um profissional criativo? ;)

Envolva as pessoas, interaja com elas, torne-as parceiras e motive-as a disseminar os conteúdos e você terá ótimos agentes de mobilização. E como eu sempre digo, fará bons amigos de jornada.

Vamos juntos nessa?

Até mais!

Fonte: Literamorfose

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